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Aqui, você encontra as ações destinadas a reconhecer e celebrar as contribuições dos economistas em diversas categorias. Seja você um estudioso, uma economista em ascensão, ou um profissional estabelecido, as premiações são projetadas para destacar os talentos e os impactos significativos na economia.
Navegue pelas categorias abaixo e descubra a premiação que melhor se alinha ao seu perfil e realizações. Cada seção oferece detalhes sobre o processo de inscrição e os critérios específicos de cada prêmio:
Prêmio Corecon-SP de Excelência em Economia
Concurso de Monografias
Prêmio brasil de economia
Prêmio mulher economista
Prêmio Mulher Transformadora
Prêmio Personalidade Econômica
Prêmio Destaque Econômico
Desafio Quero Ser Economista
Gincana Nacional de Economia
CONCURSO DE MONOGRAFIAS
EDIÇÕES ANTERIORES
Prêmio Corecon-SP de Excelência em Economia
Concurso de Monografias – 2025



O Corecon-SP divulgou os vencedores do Concurso de Monografias 2025. O prêmio reconhece e valoriza os melhores trabalhos de conclusão de curso produzidos por formandos de Ciências Econômicas no ano de 2024, em instituições de ensino do Estado de São Paulo.
Foram premiados os três trabalhos que mais se destacaram, reforçando o incentivo à produção acadêmica e à valorização do saber.
1º lugar: Universidade Estadual de Campinas (Universidade Estadual de Campinas)
Orientador: Professor Doutor Alexandre Gori Maia
Aluna: Júlia Manini Martins Bonilha
Monografia: “Transferência de renda condicionada e o mercado de trabalho formal: uma análise dos municípios brasileiros”
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2º lugar: Universidade Federal de São Carlos – campus Sorocaba (Universidade Federal de São Carlos – UFSCar Oficial)
Orientadora: Professora Doutora Aniela Carrara Fagundes Carrara
Aluno: João Pedro Ferreira Nogueira
Monografia: “A relação entre inflação e índices de preços ao produtor agropecuário: uma análise por meio de séries temporais para os extremos de faixas de renda”
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3º lugar: Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Pontifícia Universidade Católica de Campinas)
Orientador: Professor José Alex Rego Soares
Professor: Roberto Brito de Carvalho
Aluno: Enzo Negrini Casassa
Monografia: “Diagnóstico das Finanças Públicas de Campinas: Desafios Estruturais e o Impacto da Pandemia”
Os vencedores receberam prêmios em dinheiro:
1º lugar – R$ 6.000,00
2º lugar – R$ 4.000,00
3º lugar – R$ 3.000,00
As informações completas encontram-se aqui no site do Corecon-SP, através do link: https://coreconsp.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Regulamento-Concurso-Monografia-2025.pdf
PRÊMIO BRASIL DE ECONOMIA 2025

Cofecon entrega XXXI Prêmio Brasil de Economia
Solenidade ocorreu em Porto Alegre, durante o XXVI Congresso Brasileiro de Economia. Ladislau Dowbor, Tomás Torezani, Luiz Gustavo Hellmann e Felipe Marcos Prado foram os vencedores de cada uma das categorias
O Conselho Federal de Economia realizou na terça-feira (07) de outubro a entrega do XXXI Prêmio Brasil de Economia, que distribuiu R$ 19 mil aos autores de trabalhos apresentados em quatro categorias: Livro de Economia, Artigo Técnico ou Científico, Artigo Temático e Monografia de Graduação. O evento foi realizado no Plaza São Rafael Hotel, em Porto Alegre, durante a abertura do XXVI Congresso Brasileiro de Economia.
- Livro Na categoria Livro de Economia, o prêmio de R$ 8 mil foi entregue ao economista Ladislau Dowbor. Ele é autor do livro “Os Desafios da Revolução Digital”. Ausente na solenidade de abertura do evento, Dowbor recebeu o prêmio no dia seguinte – ele participou do Congresso Brasileiro de Economia como palestrante.O segundo lugar ficou com Alexandre de Freitas Barbosa, autor de “Celso Furtado: trajetória, pensamento e método”, e o terceiro colocado coube a Gustavo Nunes Mourão e Mari Aparecida dos Santos, autores de “Planejamento e Desenvolvimento Regional”.
- Artigo Técnico ou Científico Na categoria Artigo Técnico ou Científico, o vencedor foi o economista gaúcho Tomás Torezani. Ele é autor do texto “O Papel dos Setores Formal e Informal na Evolução da Produtividade Brasileira” e recebeu o prêmio de R$ 4 mil correspondente ao primeiro lugar.Em segundo lugar ficaram os economistas Ademir Antonio Moreira Rocha e Eduardo Gonçalves, autores do texto “Medindo o Efeito Causal da Adoção do Sistema de Plantio Direto sobre Áreas Naturais do Brasil”. O terceiro lugar também ficou com um texto de dois autores: “Estado Novo de Vargas: Um Caso de Populismo Econômico?”, escrito por Claucir Roberto Schmidtke e Pedro Cezar Dutra Fonseca.
- Artigo Temático Neste ano, a categoria Artigo Temático foi destinada a estudantes de economia e teve como tema a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). O primeiro colocado – ganhador de um prêmio de R$ 3 mil – foi Luiz Gustavo Ismael Hellmann, da Universidade do Extremo Sul Catarinense.A menção honrosa pelo segundo lugar coube ao estudante Bruno Almeida de Azara, da Universidade Federal do ABC; já o terceiro lugar ficou com Êmili Decesare de Oliveira, da Universidade de Passo Fundo.
- Monografia
A categoria Monografia de Graduação entrega um prêmio de R$ 3 mil para o primeiro colocado – e, atualmente, é também a única que entrega um prêmio em dinheiro para o segundo colocado (R$ 1 mil) e menções honrosas até o quinto lugar. O primeiro colocado foi Felipe Marques Prado, estudante da Universidade Estadual de Santa Cruz, autor do texto “Análise Espacial da Pobreza Multidimensional no Norte do Brasil”.
Durante a entrega, a presidenta do Conselho Regional de Economia da Bahia, Isabel Ribeiro, mencionou que na mesma data o curso de Ciências Econômicas da UESC estava completando 60 anos.
O segundo lugar foi José Henrique Oliveira Costa, da Universidade Federal de Alagoas, autor de “Análises Sobre a Relação Entre Cadeias Globais de Valor e Pegada Ecológica no Período 2005 a 2018”. As menções honrosas foram para Marcos Vinícius de Oliveira Andrade, da Universidade Federal do Acre, autor de “Um Grito de Socorro: o Impacto da Pandemia de Covid-19 nos Índices de Suicídios no Brasil e Regiões – Uma Análise a Partir do Modelo Estrutural Bayesiano de Séries Temporais”; Jessica Malena Bastos de Almeida, da Universidade Federal do Pará, autora de “A Importância da Conclusão do Ensino Médio e do Ensino Superior Para a Superação da Pobreza Multidimensional: Um Recorte de Gênero e Raça/Cor no Estado do Pará”; e Júlia Manini Martins Bonilha, da Universidade Estadual de Campinas, autora de “Transferência de Renda Condicionada e o Mercado de Trabalho Formal: Uma Análise dos Municípios Brasileiros”.
Prêmio Mulher Economista 2025

Luciana Servo
A premiação reconhece sua trajetória de excelência e contribuição ao desenvolvimento econômico com justiça social. Luciana é técnica de planejamento e pesquisa do Ipea, instituição que preside desde 2023. O objetivo da honraria é valorizar mulheres em funções estratégicas que aplicam o conhecimento econômico para promover o bem-estar social no país.
Vencedoras anteriores
-> Em 2020, a ganhadora do prêmio Mulher Economista foi a professora Denise Lobato Gentil. Graduada em Economia pelo Centro de Estudos Superiores do Estado do Pará, possui mestrado em Planejamento do Desenvolvimento pela Universidade Federal do Pará e doutorado em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É Professora Associada do Instituto de Economia da UFRJ nas disciplinas de Macroeconomia e Economia do Setor Público, e realiza pesquisas na área de macroeconomia, com concentração em política fiscal, seguridade social e desenvolvimento econômico.
-> Já em 2021, o prêmio foi entregue a Esther Dweck, que também é Professora Associada do Instituto de Economia da UFRJ. Possui doutorado em Economia pela UFRJ, com período-sanduíche na Scuola Sant’Anna, em Pisa, Itália. Tem experiência nas áreas de economia do setor público, crescimento e desenvolvimento econômico. Atuou no Ministério do Planejamento, Orçamento e gestão como chefe da assessoria econômica (2011-2014) e Secretária de Orçamento Federal (2015-2016).
-> Em 2022, Tânia Bacelar foi reconhecida como Mulher Economista. Ela doutora em Economia Pública, Planejamento e Organização do Espaço pela Universidade de Paris I, Pantéon-Sorbonne. Foi diretora da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), secretária de Planejamento e de Fazenda do Estado de Pernambuco, secretária de Planejamento do Município do Recife e secretária de Políticas de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional. É professora aposentada da Universidade Federal de Pernambuco, sendo também sócia da CEPLAN Consultoria Econômica e Planejamento.
-> Em 2023, Dilma Rousseff foi escolhida a Mulher Economista do ano. A atual presidente do Banco dos Brics, ex-presidente do Brasil e renomada economista, foi escolhida por sua significativa contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país ao longo de sua carreira.
-> Em 2024, Maria da Conceição Tavares foi reconhecida como Mulher Economista do ano. Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual de Campinas e vários de seus alunos ocuparam postos de destaque na economia brasileira. Também trabalhou no BNDES e participou da elaboração do Plano de Metas do governo de Juscelino Kubitschek. Em 1968 foi para o escritório da Comissão Econômica Para a América Latina e o Caribe (Cepal), onde conviveu com grandes nomes do pensamento estruturalista. Conceição teve, ainda, um mandato como deputada federal (1995-1999).
Prêmio Mulher Transformadora 2025

Nelsa Nespolo
Fundadora da Cooperativa Justa Trama e uma das idealizadoras da Unisol Brasil, Nelsa é reconhecida por sua liderança histórica na economia solidária, integrando cadeias produtivas de algodão em todo o país. A honraria celebra mulheres que promovem a responsabilidade social e o empreendedorismo sustentável, reafirmando o compromisso do Sistema com o protagonismo feminino na transformação de comunidades.
Vencedoras anteriores
->Em 2020, quando o prêmio Mulher Transformadora fez sua estreia, a ganhadora foi a Irmã Lourdes Dill, educadora popular do cooperativismo, da economia popular solidária e da agricultura familiar. Desde 1987 ela é agente da Cáritas. Lourdes Dill também coordena o projeto Cooesperança, da arquidiocese de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
-> Em 2021 a honraria coube a Nísia Trindade Lima, presidente da Fundação Oswaldo Cruz. Graduada em ciências sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, ingressou em 1987 na Casa de Oswaldo Cruz, entidade técnico-científica da Fiocruz dedicada à preservação da memória e às atividades de pesquisa, ensino, documentação e divulgação da história da saúde pública no Brasil, chegando a ser diretora da entidade entre 1998 e 2005. Em 2017 tornou-se a primeira mulher em 120 anos de história a presidir a Fiocruz. Durante a pandemia, a Fiocruz realizou um acordo com a AstraZeneca para produzir no Brasil a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, e entregado, até agosto, mais de 90 milhões de doses.
-> Já em 2022, a produtora cultural e mobilizadora social Joice Marques, integrante da gestão da Casa Akotirene, na Ceilândia, recebeu o prêmio. Localizada na QNN 23, na Ceilândia, Distrito Federal, a casa oferece serviços de acolhimento, oficinas, acompanhamento psicológico e jurídico a cerca de 150 famílias da comunidade, além de outros eventos – inclusive em parceria com a Secretaria da Mulher.
-> Em 2023, Francisca Raimunda da Costa foi a vencedora da premiação. Sua história de superação começou em 2009, quando mesmo com a proibição do marido, foi até a cidade para fazer um curso de produção de Cajuína. Após o curso, fundou um grupo de 5 mulheres e começaram a produzir Cajuína como uma forma de se desenvolverem economicamente. Sua comunidade ficou conhecida como a comunidade das mulheres guerreiras e empoderadas.
-> Em 2024, foi a vez da Angélica Maria Moreira Costa receber o prêmio. A economista paraibana é envolvida com diversas causas sociais e preside a organização não-governamental ARC Ações Solidárias. Também é presidente do Conselho Municipal da Pessoa Idosa em João Pessoa e integra o colegiado do Grupo Mulheres do Brasil, fundado por Luiza Helena Trajano, no qual é líder de empreendedorismo.
Prêmio Personalidade Econômica 2025

Aloizio Mercadante
O atual presidente do BNDES, foi escolhido pelo Plenário do Cofecon como a Personalidade Econômica de 2025. O prêmio, concedido anualmente desde 2004, reconhece sua trajetória acadêmica e política, além de sua atuação estratégica na implementação de políticas públicas e no fortalecimento do papel do BNDES no desenvolvimento nacional. Graduado pela USP com mestrado e doutorado pela Unicamp, Mercadante torna-se o 21º economista a receber a honraria, sucedendo nomes como André Roncaglia e Gabriel Galípolo.
O Prêmio Personalidade Econômica é concedido anualmente desde 2004 a profissionais que se destacam em qualquer área de atuação na Economia, reconhecendo aqueles que contribuem de forma significativa para o desenvolvimento da ciência econômica e para a valorização da profissão de economista. Aloizio Mercadante se torna o 21º economista a receber a honraria, consolidando sua trajetória de destaque no país.
Os ganhadores dos anos anteriores foram os seguintes:
2024 – André Roncaglia
2023 – Gabriel Galípolo
2022 – Antonio Melki Junior (in memoriam)
2021 – Denise Lobato Gentil
2020 – Leda Maria Paulani
2019 – Paulo Sandroni
2018 – Tânia Bacelar
2017 – Ladislau Dowbor
2016 – Antonio Corrêa de Lacerda
2015 – Eduardo Gianetti
2014 – Otaviano Canuto
2013 – Wilson Cano
2012 – Paulo Nogueira Batista Junior
2011 – Guido Mantega
2010 – Maria da Conceição Tavares
2009 – Antonio Delfim Netto
2008 – (não foi entregue)
2007 – Marcio Pochmann
2006 – Armando Dias Mendes
2005 – Reinaldo Gonçalves
2004 – João Paulo de Almeida Magalhães
Prêmio Destaque Econômico 2025

O prêmio Destaque Econômico reconhece instituições que contribuíram para a ciência econômica e a divulgação de informações de conteúdo econômico. Ele é entregue desde 2013 em três modalidades: Academia, Mídia e Desempenho Técnico.
PUC Minas é a vencedora do prêmio Destaque Econômico 2025 na modalidade Academia
Na Modalidade Acadêmica a honraria será entregue à Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) que foi eleita pelo Plenário do Conselho Federal de Economia (Cofecon) como a grande vencedora do prêmio Destaque Econômico 2025. O reconhecimento, concedido na categoria Academia, celebra a trajetória da instituição e sua contribuição para o aprimoramento das Ciências Econômicas e o fortalecimento da profissão. Fundada em 1958 e reconhecida pelo Vaticano como a maior universidade católica do mundo, a PUC Minas junta-se agora a um seleto grupo de instituições de excelência já premiadas pela autarquia.

O BNDES conquista prêmio Destaque Econômico 2025 na modalidade Desempenho Técnico
Pelo segundo ano consecutivo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi eleito pelo Plenário do Cofecon como o vencedor do prêmio Destaque Econômico na categoria Desempenho Técnico. A honraria reconhece a excelência da instituição no uso de instrumentos da ciência econômica para o desenvolvimento do País. Com uma trajetória iniciada em 1952, o BNDES reafirma seu papel estratégico na execução de políticas de infraestrutura, inovação e sustentabilidade, consolidando-se ao lado de instituições históricas como Fiocruz, IBGE e Ipea.

ICL Notícias recebe prêmio Destaque Econômico 2025 na modalidade Mídia
O portal ICL Notícias, do Instituto Conhecimento Liberta, foi o vencedor do prêmio Destaque Econômico 2025 na categoria Mídia. A escolha, realizada pelo plenário do Cofecon em dezembro, reconhece o papel decisivo do veículo na transmissão de informações econômicas de qualidade à sociedade brasileira. Lançado em 2022 e com uma grade que inclui programas especializados como o “ICL Mercado e Investimentos”, o portal passa a integrar o histórico de premiados da categoria, ao lado de veículos como Valor Econômico, CNN Brasil e Carta Capital.
DESAFIO QUERO SER ECONOMISTA 2025

Maria Vitória Guilherme da Silva é a campeã do 10º Desafio Quero Ser Economista (2025).
A estudante pernambucana Maria Vitória Guilherme da Silva é a grande campeã do 10º Desafio Quero Ser Economista! Ela receberá o prêmio de R$ 2 mil oferecido pelo Cofecon. Kauane Kucinski, de Santa Catarina, ficou em segundo lugar e receberá R$ 1,5 mil; o prêmio de R$ 1 mil pelo terceiro lugar será de Natália de Souza Tavares, do estado do Rio de Janeiro.
Além de ser formado por três estudantes do sexo feminino, o pódio deste ano também tem outra curiosidade interessante: foi formado por três estudantes do segundo ano do ensino médio. Além disso, a segunda e a terceira colocada são estudantes de escolas que já se destacaram na edição de 2024 do Desafio – o que mostra os resultados que podem ser alcançados quando uma instituição de ensino se compromete com o projeto.
As vencedoras
Maria Vitória Guilherme da Silva é estudante do segundo ano na Escola Técnica Estadual Jurandir Bezerra Lins, no município de Igarassu, região metropolitana de Recife. Ela somou 1501 pontos na primeira fase, terminando na 18ª colocação geral. Na final, ela gravou um vídeo sobre desigualdade social. “Vamos permitir que o ciclo da desigualdade continue?”, questionou a estudante em seu vídeo, após apresentar sua explicação. Na fase de vídeos, ela recebeu 460 pontos, terminando com um total de 1.961. O vídeo de Maria Vitória – classificado como o melhor por dois dos cinco avaliadores – pode ser assistido AQUI.
A segunda colocada, Kauane Kucinski, também é estudante do segundo ano. Sua escola – a Escola de Educação Básica Valentin Gonçalves Ribeiro, em Monte Castelo, Santa Catarina – havia colocado duas alunas no pódio da competição no ano passado. “O grande desafio do Século XXI é equilibrar três coisas que parecem opostas: crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental”, afirmou a estudante em seu vídeo, que foi considerado o melhor por um dos cinco avaliadores e teve como tema a economia verde e a sustentabilidade. O vídeo de Kauane – que recebeu 420 pontos na fase final, fazendo com que ela terminasse com 1.931 – pode ser assistido AQUI.
A terceira colocada, Natália de Souza Tavares, é aluna do segundo ano do Colégio Estadual Professora Venina Corrêa Torres, em Nova Iguaçu – mesma escola da estudante campeã do ano passado. Ela produziu um vídeo sobre a economia solidária, mencionou que “o economista Paul Singer, um dos grandes defensores desse modelo no Brasil, dizia que é uma estratégia real contra o desemprego e a desigualdade” e citou um curso de extensão oferecido pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro para incentivar a autogestão e o cooperativismo. Natália recebeu 340 pontos, fazendo parte de quatro das cinco listas enviadas pelos avaliadores. O vídeo de Natália pode ser assistido AQUI.
A competição
Ao longo de duas semanas os estudantes responderam a perguntas em jogos online sobre diversos temas econômicos. Eles somavam pontos pelas respostas certas e pela rapidez com que respondiam. Os 30 primeiros colocados nesta fase foram classificados para a grande final.
Nesta etapa, cada estudante gravou um vídeo, que foi visto por cinco diferentes avaliadores – um de cada uma das cinco regiões do Brasil. Cada um dos cinco enviou uma lista com aqueles que, na sua opinião, eram – na ordem – os dez melhores vídeos. Para cada uma das cinco listas, eles receberam as seguintes pontuações: 200-150-120-100-80-60-40-30-20-10.
Dos cinco avaliadores, dois consideraram o vídeo de Maria Vitória como o melhor, o que fez com que ela somasse 200 pontos em duas das cinco listas; uma terceira lista deu 200 pontos ao vídeo de Kauane; outras duas atribuíram a melhor colocação a Pedro Henrique Moreira Fassini, que terminou em quinto lugar, e a Thayla Thaíse Bavaresco, que finalizou o Desafio na nona colocação. Já a quarta colocada, Thalita Moreira, figurou como a segunda melhor em duas das cinco avaliações, somando 150 pontos em cada uma delas.
O Desafio Quero Ser Economista é aberto aos alunos de escolas públicas e privadas de todo o país e as inscrições gratuitas poderão ser feitas entre os dias 30 de junho a 29º de agosto. Ao longo de duas semanas os participantes irão se divertir e aprender conceitos econômicos importantes por meio de jogos como anagramas, associação, gameshow e forca. Na terceira semana os competidores classificados serão desafiados a gravarem vídeos falando sobre um tema econômico, que também será postado na página oficial da competição.
Os participantes e os melhores vídeos serão classificados de acordo com a clareza da exposição, coerência de ideias, precisão do conteúdo, relevância do tema, criatividade e originalidade do material.
A ciência econômica é uma ferramenta poderosa para transformar realidades e impulsionar um desenvolvimento mais justo e sustentável.
Participar da competição é uma oportunidade para os estudantes conhecerem os conceitos básicos dessa carreira que une conhecimento técnico e compromisso com a inclusão social. Para mais informações acesse o Regulamento da competição e siga o Desafio Quero Ser Economista no Instagram @querosereconomista_
Top 10
Os 10 primeiros colocados do Desafio Quero Ser Economista foram:
- Maria Vitória Guilherme da Silva (PE) – 1.961 pontos;
- Kauane Duffecky Kucinski (SC) – 1.931 pontos;
- Natália de Souza Tavares (RJ) – 1.864 pontos;
- Thalita Moreira (RJ) – 1.821 pontos;
- Pedro Henrique Pereira Fassini (RJ) – 1.811 pontos;
- Jonathan Berno Trombetta (SC) – 1.808 pontos;
- Layse Antônia Moreira Luvisa (SC) – 1.794 pontos;
- Janete Luisa Giombelli (SC) – 1.774 pontos;
- Thayla Thaíse Bavaresco (SC) – 1.721 pontos;
- Henryque Salomão Pires (SC) – 1.674 pontos.
GINCANA NACIONAL DE ECONOMIA 2025

Maurício Martinho Lino Junior é o campeão da XIV Gincana Nacional de Economia.
O estudante goiano Maurício Martinho Lino Junior é o grande campeão da XIV Gincana Nacional de Economia. O evento, que distribuiu R$ 10 mil em prêmios, foi realizado em Porto Alegre nos dias 07 e 08 de outubro, durante o XXVI Congresso Brasileiro de Economia, e reuniu cerca de 80 estudantes de diversos estados do Brasil.
A Gincana, promovida pelo Sistema Cofecon/Corecons desde 2011, tem como objetivo estimular, por meio de um jogo virtual, o aprendizado e a interação entre estudantes de Ciências Econômicas. Os prêmios são de R$ 4 mil para a dupla vencedora, R$ 3 mil para a segunda colocada, R$ 2 mil para a terceira e R$ 1 mil para a quarta.
Abertura
A abertura do evento contou com a presença de Denise Kassama, conselheira do Cofecon e coordenadora nacional da Gincana; Carlos Eduardo de Oliveira Jr., conselheiro do Corecon-SP, presidente do Sindicato dos Economistas de São Paulo (Sindecon-SP) e membro da comissão organizadora da Gincana; e Angélica Angélica Massuquetti, vice-presidente do Corecon-RS.
Kassama destacou a importância da participação dos alunos: “Vocês já são vitoriosos por estarem aqui. Superaram desafios como dedicação, estudo, distância e tempo para chegar até esta etapa”. Carlos Eduardo, por sua vez, também expressou seu entusiasmo, afirmando que tem um carinho especial pela Gincana: “Vocês são o futuro da nossa geração de economistas”, afirmou o economista.
Já Angélica Massuquetti, emocionada, ressaltou a honra de receber o evento na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde se formou há 30 anos: “É um momento especial para mim, especialmente no ano em que a faculdade completa 80 anos. Olhando para vocês, lembro-me de quando eu era aluna. Em breve, vocês estarão aqui organizando eventos como este”.
Finalistas
Após competirem entre si, quatro duplas foram classificadas para a final, na tarde do dia 08: Lucas Gloria Lopes e Tarcisio Iago Silva Nunes, da Universidade Federal de Tocantins; Breno Liebbmann Vervloet e Henrique dos Anjos Moura, da Universidade Federal do Espírito Santo; Danilo Ponciano dos Santos e Lucas da Silva Duda, da Universidade Federal do Rio de Janeiro; e Mauricio Martinho Lino Junior, da Universidade Estadual de Goiás.
Mauricio teve que competir sozinho – seu companheiro de dupla, Bruno Spies, não conseguiu viajar para Porto Alegre por motivo de saúde. “Foi um pouco assustador. Por mais que uma pessoa tenha conhecimento, é muito importante ter uma dupla. Às vezes você está cansado e a outra pessoa te apoia. Ao competir sozinho, você está só com seus pensamentos e ansiedades misturados”, contou o competidor.
A dupla tocantinense obteve o quarto lugar, recebendo o prêmio de R$ 1 mil. O terceiro lugar ficou com Breno e Henrique – o primeiro tem um histórico de boas participações na Gincana, tendo sido campeão da edição de 2023 fazendo dupla com outro colega. Eles dividiram o prêmio de R$ 2 mil. O segundo lugar ficou com a dupla da UFRJ – mesma instituição que havia vencido a edição anterior do evento, mas com outros estudantes. Danilo e Lucas dividiram R$ 3 mil.
O campeão deste ano foi Mauricio Martinho Lino Junior – que já havia conseguido o segundo lugar no ano passado. “Chegar ao final e ver que consegui tira um peso, por ter acabado a competição. É muita ansiedade”, comentou o estudante, que ganhou o prêmio de R$ 4 mil. Ao ser chamado para receber o prêmio, os demais competidores se levantaram aos gritos de “Mauricio, Mauricio” – o que só demonstra o carinho e reconhecimento que ele conquistou ao longo da competição. Esta também foi sua última participação na Gincana: “Estou me formando no fim do ano. Fechei com chave de ouro”, comemorou.
Alguns levam para casa um prêmio por seu desempenho. Mas todos levam memórias e histórias que ficarão para sempre guardadas, amizades que nasceram da competição, aprendizados que vão além das salas de aula e gestos de companheirismo que revelam a grandeza do evento. Uma celebração do esforço e da jornada de cada um, e que faz com que esta história valha a pena ser vivida todos os anos.
SITE OFICIAL E INSCRIÇÕES – Gincana Nacional de Economia
O Desafio Quero Ser Economista é aberto aos alunos de escolas públicas e privadas de todo o país e as inscrições gratuitas poderão ser feitas entre os dias 30 de junho a 29º de agosto. Ao longo de duas semanas os participantes irão se divertir e aprender conceitos econômicos importantes por meio de jogos como anagramas, associação, gameshow e forca. Na terceira semana os competidores classificados serão desafiados a gravarem vídeos falando sobre um tema econômico, que também será postado na página oficial da competição.
Os participantes e os melhores vídeos serão classificados de acordo com a clareza da exposição, coerência de ideias, precisão do conteúdo, relevância do tema, criatividade e originalidade do material.
A ciência econômica é uma ferramenta poderosa para transformar realidades e impulsionar um desenvolvimento mais justo e sustentável.
Participar da competição é uma oportunidade para os estudantes conhecerem os conceitos básicos dessa carreira que une conhecimento técnico e compromisso com a inclusão social. Para mais informações acesse o Regulamento da competição e siga o Desafio Quero Ser Economista no Instagram @querosereconomista_
Prêmio Corecon-SP de Excelência em Economia
Concurso de Monografias – anos anteriores

XXVI Prêmio CORECON-SP
Monografia: “O estado do bem-estar no Brasil: Trajetória de combate à pobreza e possibilidades para um novo programa de transferência de renda”.
Autora: Beatriz Ruiz Munhoz
Orientadora: Profa. Dra. Eliana Tadeu Terci
Faculdade: Universidade: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – Universidade de São Paulo (ESALQ/USP)
Monografia: “COMÉRCIO EXTERIOR, ESTRUTURA PRODUTIVA E DESIGUALDADE: Experiências de Brasil, México e Equador“.
Autor: Jorge Alejandro Mitjans Villarroel
Orientador: Eduardo Kiyoshi Tonooka
Faculdade: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Monografia: “A EVOLUÇÃO DOS SETORES INDUSTRIAIS INTENSIVOS EM TECNOLOGIA NO BRASIL ENTRE 2000 E 2015: Uma análise dos multiplicadores e do encadeamento através da matriz insumo produto“.
Autor: Lorenzo Rea
Orientador: Prof. Dr. Lucio Flávio da Silva Freitas
Faculdade: Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS)

XXV Prêmio CORECON-SP
Monografia: “Pobreza crônica e transitória no Brasil entre 2012 e 2020: o papel dos ativos, da renda do não trabalho e das políticas públicas”.
Autor: Thiago da Costa Albuquerque
Orientadora: Solange Ledi Gonçalves
Faculdade: Universidade Federal de São Paulo
Monografia: “As Políticas de Reformas Econômicas de Deng Xiaoping”.
Autora: Ana Beatriz Pereira
Orientador: Eduardo Kiyoshi Tonooka
Faculdade: Faculdades Oswaldo Cruz
Monografia: “Mulheres negras na pandemia de Covid-19: As desigualdades de gênero e raça no mercado de trabalho brasileiro”.
Autora: Juliana Santos Oliveira
Orientadora: Mônica Yukie Kuwahara
Faculdade: Fundação Universidade Federal do ABC

XXIV Prêmio CORECON-SP
Monografia: “Interações Energéticas entre o Estado de São Paulo e o Restante do Brasil: Uma Análise Insumo Produto”
Autor: Tiago Andrade da Silva
Orientador: Alexandre Lopes Gomes
Faculdade: Universidade Federal de São Carlos
Monografia: “A Posição da Mulher no Mercado de Trabalho no Período 1980-2015”
Autor: Alexandre José de Moura
Orientador: Raphael Bicudo
Faculdade: Escola Superior de Administração e Gestão
Monografia: “O Papel do Estado na Constituição do Sistema Setorial de Inovação: O Estudo de Caso do Setor Farmacêutico na Índia.”
Autor: João Gabriel Olivio Biggi
Orientador: Luiz Moraes de Niemeyer Neto
Faculdade: Faculdades de Campinas – FACAMP

XXIII Prêmio CORECON-SP
Monografia: “O Modelo de Deslocamento do Centro Dinâmico”
Autor: Bruno Ferraz Basso
Orientadora: Carolina Troncoso Baltar
Faculdade: Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP
Monografia: “A Reorientação do Fluxo de Transporte Rumo ao Norte do Brasil”
Autor: Carlos Eduardo Espinel
Orientador: Eduardo Rodrigues de Castro
Faculdade: Universidade Federal de São Carlos
Monografia: “Escravos e Livres Pobres da Santa Casa de Misericórdia de Campinas”
Autor: Matheus Alves Albino
Orientador: Renato Leite Marcondes
Faculdade: Universidade FEA-USP